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36 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Science-Based Targets initiative (SBTi) questiona uso de créditos de carbono

    A SBTi (Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência), a principal organização que valida metas climáticas corporativas, lançou no início de agosto desse ano uma nova pesquisa afirmando que há falta de evidências científicas para apoiar a extensão do uso de créditos de carbono para compensar as emissões de CO2 da cadeia de suprimentos. Essa mesma instituição havia gerado uma tempestade em abril quando sugeriu que estava planejando estender o uso de créditos de carbono para compensar as emissões relacionadas ao Escopo 3, que é o escopo mais abrangente em termos de emissões, pois engloba toda a cadeia de suprimentos de uma empresa.  Esse recuo reforça a pressão para que as empresas descarbonizem suas cadeias de forma direta, atuando na redução das emissões relacionadas aos processos fabris que ocorrem em seus fornecedores, ao invés de buscar créditos de carbono fora para compensar essas emissões.  Fonte: Ecotextile News

  • ESG

    Assim como as empresas que disponibilizam os serviços e produtos que consumimos, também as instituições financeiras passaram a ser pressionadas a considerar as questões socioambientais em suas atividades, notadamente a oferta de credito. É nesse contexto que surge a sigla ESG, que vem do inglês Environmental, Social and Governance  e aparece pela primeira vez em 2004 em uma publicação conjunta entre o do Pacto Global da ONU e o Banco Mundial chamada " Who Cares Wins ". É digno de nota que a elaboração dessa publicação teve como ponto de partida a provocação do então secretário-geral da ONU, Kofi Annan, a 50 CEOs de grandes instituições financeiras endereçando a necessidade de integrar fatores sociais e ambientais no mercado de capitais,  o que ganhou ainda mais força com a publicação em 2006 dos “Princípios para o Investimento Responsável”, pressionando ainda mais fundos, gestoras e bancos a considerar critérios socioambientais em suas decisões de investimento e/ou oferta de crédito. Em relação ao “ Triple Bottom Line ” de John Elkington (Pessoas, Planeta e Lucro), pode-se facilmente notar que as dimensões sociais e ambientais da sustentabilidade corporativa ou empresarial foram mantidas, sendo a dimensão “Lucro” substituída por “Governança”. Isso se deveu ao fato de que as instituições financeiras são mestres em avaliação de riscos, para o que consideram entre os seus critérios de avaliação como uma empresa é gerida como um todo, ou seja, como é a sua governança. Assim, passou-se dar visibilidade à forma como as questões socioambientais são gerenciadas em uma empresa, mais especificamente se são consideradas junto com as demais necessidades do negócio, se estão no centro da agenda corporativa, ou se são negligenciadas à um segundo plano, olhando apenas pontualmente para resultados de alguns projetos que endereçam as questões sociais e ambientais.  Avaliando no contexto histórico dos termos e conceitos correlatos apresentados anteriormente, pode-se depreender que a visão inerente a ESG é que se uma empresa tem boa governança e considera aspectos ambientais e sociais de forma consistente na condução de seus negócios,  tem maiores chances de ser bem sucedida financeiramente no século 21, o que é uma mensagem bastante objetiva para o mundo dos negócios.  Novamente, assim como aconteceu com a Economia Circular (EC), não vemos na ascensão da ESG nenhuma novidade em termos de conceitos, métodos e ferramentas para auxiliar a busca pela sustentabilidade empresarial. No entanto, a exemplo do que aconteceu com a EC, a forma como a mensagem foi passada ao mundo dos negócios foi muito assertiva e eficaz, ao deixar claro que as empresas que negligenciarem os aspectos socioambientais na gestão de seus negócios deixarão de ser competitivas.  Mas a final, qual é a relação entre sustentabilidade empresarial e ESG? Bem, de forma simples, podemos olhar para ESG como uma versão atual do que propunha o “ Triple Bottom Line ” de John Elkington.  Ou, melhor ainda, como disse Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global: “ESG não é uma evolução da sustentabilidade empresarial, mas sim a própria sustentabilidade empresarial”. Com a popularização da sigla, ela se tornou um acrônimo que faz alusão à forma como instituições pulicas e privadas estão gerenciando as questões socioambientais, passando a ser frequente falar em Agenda ESG para designar um conjunto de ações empreendidas por empresas que iniciarem ou estão iniciando sua jornada rumo a um novo jeito de fazer negócios.  Por fim, destacamos a flexibilidade que a adoção da Agenda ESG oferece, pois as empresas tem total liberdade para definir como será sua atuação em cada um dos pilares, o que permite customização em função de seu ramo de atuação, incidência de regulações legais, desempenho da concorrência, nível de capacitação de times, etc.

  • Como o Movimento ReCiclo da C&A Transforma a Moda Através da Economia Circular

    Lançado em 2017, iniciativa atingiu a marca de 317 mil peças coletadas. Urnas presente atualmente em 70% das lojas recebe roupas usadas de todas as marcas e a meta é expandir para 100% das lojas nos próximos anos. Descubra como o Movimento ReCiclo da C&A está fomentando a circularidade na indústria da moda. Com 109 toneladas de roupas arrecadadas para reciclagem, a iniciativa promove a economia circular e práticas responsáveis em todas as suas A ESGtex se inspira nas iniciativas de circularidade e sustentabilidade do setor de moda, destacando ações como as da C&A com seu Movimento ReCiclo, lançado em 2017. Este movimento convida consumidores a depositar peças usadas em urnas distribuídas nas lojas da marca por todo o Brasil, promovendo a economia circular e a correta destinação de roupas para reciclagem e reaproveitamento. Comemorando sete anos de atuação, o Movimento ReCiclo arrecadou 317 mil peças, totalizando 109 toneladas de roupas destinadas a um novo ciclo de vida. Atualmente, as urnas estão presentes em 70% das lojas da C&A, com planos de expansão para 100% nos próximos anos. Além disso, a iniciativa também aceita frascos e embalagens de cosméticos e eletrônicos, garantindo a correta destinação de diversos produtos do portfólio da marca. A abordagem da C&A vai além do simples descarte de roupas, incentivando práticas como upcycling, reciclagem e doação. Mais de 12% das peças arrecadadas foram transformadas em novos produtos, enquanto 88% estavam em boas condições para doação. Esse tipo de ação está alinhado com os princípios da ESGtex de incentivar a reutilização de materiais e a criação de soluções que reduzam o desperdício e promovam um ciclo contínuo de uso. Como parte de seu esforço contínuo, a C&A integra o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3 e colabora com o Pacto Global da ONU. Um marco significativo dessa colaboração será o lançamento de um documento sobre justiça climática na COP29, reforçando seu papel como agente transformador no setor. A ESGtex enxerga essas ações como um exemplo concreto do que é possível alcançar quando marcas comprometem-se verdadeiramente com práticas responsáveis e impactantes, liderando pelo exemplo e inspirando toda a cadeia da moda a se engajar em uma mudança genuína para um futuro mais sustentável. Fonte: Exame

  • Cascale e ZDHC assinam colaboração estratégica

    A Cascale, anteriormente conhecida como Sustainable Apparel Coalition , e a ZDHC Foundation, que trabalha para a zerar o lançamento de produtos químicos perigosos, assinaram uma nova colaboração estratégica. As duas organizações têm colaborado nos últimos anos, alinhando o Higg Brand and Retail Module  (BRM) da Cascale com o Brands to Zero reporting da ZDHC e o Higg Facility Environmental Module  (FEM) 4.0 da Cascale com o Supplier to Zero Programme  da ZDHC.   Essa convergência em padrões de avaliação consagrados na indústria da moda vai facilitar para as empresas se adequarem aos requisitos prescritos por essas iniciativas e tornar a obtenção de certificações um processo possivelmente mais eficiente e barato.   Fonte: Ecotextile News

  • EUA busca barrar entrada desenfreada de produtos (chineses) baratos.

    EUA busca barrar entrada desenfreada de produtos (chineses) baratos. Não é só no Brasil que a indústria da moda vem se unindo para combater a enxurrada de produtos chineses vindo principalmente da Shein. Nos EUA, o National Council of Textile Organizations (Conselho Nacional de Organizações Têxteis) acolheu com satisfação a introdução de um projeto de lei que visa eliminar as isenções de impostos para importações de produtos têxteis e vestuário. O projeto de lei "Fighting for America" ​​foi introduzido por um grupo bipartidário de senadores como parte de um programa legislativo para proteger a indústria nacional, limitando o fluxo de milhões de remessas de baixo valor e isentas de impostos que entram nos EUA diariamente, incluindo uma gama enorme de produtos, entre eles os de moda. Fonte: Ecotextile News

  • Fashion for Good aposta na circularidade do calçado!

    A plataforma para inovação sustentável holandesa Fashion for Good  e seus parceiros Adidas, Inditex, On Running, PVH Corp, Reformation, Target e Zalando lançaram uma nova iniciativa para impulsionar a circularidade dos calçados em toda a cadeia de suprimentos, dos materiais ao uso final e promove atualmente um call for action  convocando os inovadores do setor pra que se juntem ao movimento. Fonte: Ecotextile News

  • Américo Guelere, fundador da ESGtex participa hoje da Circular Textile Days.

    Esse evento, realizado nos dias 18 e 19 de setembro de 2024 na Holanda , é um dos principais encontros internacionais focados em circularidade e sustentabilidade na indústria têxtil. Com o tema "Moving Beyond Dialogue: It’s Time for Action", o evento enfatiza a necessidade urgente de ações concretas para transformar o setor têxtil e alinhar-se com as rigorosas legislações ambientais europeias. Américo Guelere está entre os participantes do evento, que reúne empresas de diversos países para apresentar soluções inovadoras e discutir temas relevantes, como design circular, tecnologias de reciclagem e regulamentações de sustentabilidade. Com a participação de grandes nomes como IKEA, BASF e a Ellen MacArthur Foundation, o Circular Textile Days  oferece uma plataforma única para troca de conhecimentos e colaboração, ajudando a moldar o futuro da moda e da indústria têxtil sustentável​. Saiba mais: https://www.circulartextiledays.com/

  • Lenzing esboça recuperação apesar de mercado ainda fraco

    A Lenzing relatou uma melhora gradual em seu desempenho no primeiro semestre de 2024, apesar de experimentar uma recuperação lenta no mercado de fibras celulósicas. Com receitas de € 1,31 bilhão de janeiro a junho, um aumento de 4,8% em comparação ao mesmo período do ano passado, a empresa afirma que seu aumento de 9% nas vendas de fibras foi compensado pelos seus preços persistentemente baixos e pelos ainda altos custos de matérias-primas e energia. Fonte: Ecotextile News

  • Engenharia do Ciclo de Vida

    No âmbito das engenharias, diversas abordagens começaram a ser desenvolvidas a partir da década de 90 visando fornecer arcabouço técnico para auxiliar as empresas a buscarem a sustentabilidade corporativa em suas operações, com destaque para a Engenharia do Ciclo de Vida ( Life Cycle Engineering ), conceito surgido em 1993 no âmbito da International Academy for Production Engineering .  A Engenharia do Ciclo de Vida (ECV) engloba um conjunto de métodos e ferramentas que visam reduzir o impacto ambiental associado ao ciclo de vida dos produtos sem que suas funcionalidades originais e viabilidade econômica sejam comprometidas, sendo justamente essa orientação ao ciclo de vida dos produtos uma das principais contribuições da ECV, já que, até então, o foco das ações em redução de impactos ambientais era voltado à etapa em que os produtos são produzidos, ou seja, ou seu processo de fabricação (como é o caso da P+L).  Assim, se hoje estamos familiarizados com a ideia de pensarmos os produtos em função do seu ciclo de vida e aceitamos que o impacto ambiental que ele causa é a soma dos impactos associados à todas às fases do seu ciclo de vida, devemos isso à ECV e seus métodos e ferramentas, com destaques para o Ecodesign (ou Design for Environment  – DfE) e a Life Cycle Assessment  (Avaliação do Ciclo de Vida - ACV). Enquanto a ACV dá visibilidade aos impactos ambientais do ciclo de vida de um produto ( Environmental Hot Spots ) baseado na visão “do berço ao túmulo” ( cradle to grave ), o Ecodesign busca soluções centradas no Processo de Desenvolvimento de Produtos (PDP), pois é durante essa fase que a maioria dos impactos ambientais são definidos. Em conjunto, ACV e Ecodesign representam ainda hoje a fronteira da inovação quando se fala em arcabouço técnico para o desenvolvimento de produtos e serviços alinhados à estratégias de sustentabilidade corporativa.  Um outro aspecto de pioneirismo associado à ECV era a preocupação com a etapa de fim de vida dos produtos e a proposição de cenários para a gestão desse fluxo de materiais baseados em estratégias como de reuso, remanufatura e reciclagem, onde já era visível a preocupação com o “fechamento do ciclo de materiais”, visando que fossem mantidos em seu mais alto valor por mais tempo.

  • Brasileiro ''reconfigura'' o algodão e atrai investidores como: Bill Gates, Jeff Bezos e Richard Brason

    A startup brasileira Galy, criada por Luciano Bueno, tem revolucionado o mercado de algodão ao desenvolver uma fibra sustentável produzida em laboratório.  A proposta inovadora utiliza 99% menos água e emite 77% menos CO2 em comparação ao cultivo tradicional de algodão. Essa abordagem atraiu investidores de peso como Bill Gates, Jeff Bezos e Richard Branson, que, juntos, investiram US$ 33 milhões para expandir a produção dessa tecnologia. O algodão produzido pela Galy faz parte de uma tendência crescente de agricultura celular, que busca alternativas mais sustentáveis para a produção de matérias-primas. A inovação não apenas promete reduzir o impacto ambiental da indústria têxtil, como também posiciona a Galy como líder em tecnologia sustentável. O apoio dos investidores ressalta a importância de soluções que aliam tecnologia e sustentabilidade em um cenário de crescentes preocupações ambientais. Fonte: AGFeed

  • Ecoeficiência e “Produção mais Limpa”

    Enquanto o DS foi rapidamente incorporado à agenda política dos países, o mundo dos negócios levou um tempo para “digerir” o novo conceito, tendo a Rio 92 (Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizado no Rio de Janeiro em 1992) contribuído nesse processo.  Sabendo que não poderiam ir para esse encontro de “mãos vazias”, em 1991 um grupo de 48 líderes empresariais, liderados pelo suíço Stephan Schmidheiny (a convite de Maurice Strong, que também foi o secretário geral da Rio 92) encomendou um estudo para buscar uma palavra que exprimisse entendimento do mundo dos negócios sobre a relação entre desenvolvimento econômico e meio ambiente. O termo escolhido foi Eco-efficiency  (usualmente traduzido livremente como Ecoeficiência) e a mensagem central é que as empresas devem ser mais eficientes na forma como utilizam matérias-primas e energias para produzirem os produtos que consumimos, pois assim reduzem custos operacionais e impactos ambientais simultaneamente. No ano seguinte, esse mesmo grupo lançou a publicação “ Changing Course: a global business perspective on development and the environment ”, onde o termo Eco-efficiency  foi apresentado como uma abordagem de gestão orientada a fazer mais com menos, focando no uso mais eficiente de matérias-primas e energia, a fim de reduzir os custos econômicos e os impactos ambientais, simultaneamente. Esse grupo de empresas cresceu e em 1995 foi fundado o World Business Council for Sustainable Development  (no Brasil, Conselho Mundial de Negócios para o Desenvolvimento Sustentável). Levando-se em conta que ser mais eficiente é o “dia-a-dia” de toda empresa, conclui-se que esse posicionamento foi bastante conservador por parte do mundo dos negócios, que optou por uma leitura de fácil adoção por parte das empresas. Ainda, é importante notar que a dimensão “pessoas” ou “social”, fortemente presente no conceito de desenvolvimento sustentável, ficou de fora da definição de Ecoeficiência.  Também é digno de nota que até hoje há muitas empresas que falam em sustentabilidade ou mesmo em ESG ( Environmental, Social and Governance ) e focam, em verdade, em Ecoeficiência, pois o ponto de partida é sempre a redução de custos via aumento de eficiência produtiva, sendo a redução de impacto ambiental uma consequência, quase que “em efeito colateral”. No entanto, mesmo com essas limitações, deve-se ressaltar que a busca por maior eficiência no uso de recursos durante o processo de fabricação preconizada pela Ecoeficiência marcou uma grande mudança na abordagem das empresas em relação aos impactos ambientais associados às suas operações, que até então era marcada por uma postura passiva, focada na mitigação desses impactos gerados, em uma abordagem conhecida como “Fim-de-tubo”. Nesse sentido, a Ecoeficiência mudou o foco dos resíduos para o processo produtivo onde eram gerados, sendo, assim, considerada uma abordagem proativa, voltada mais às causas da geração dos impactos ambientais associados os processos de produção.   Esse caráter proativo da Ecoeficiência foi reconhecido e reforçado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) com o lançamento do conceito e da iniciativa denominada de Produção mais Limpa ( Cleaner Production ), cujo grande objetivo era justamente despertar o empresariado para uma abordagem de gestão que fosse orientada à causa da geração dos impactos ambientais associados aos processos produtivos e o quanto poderiam economizar com isso. Esse programa foi fortemente influenciado pelo programa Pollution Prevention Pays da 3M, que já naquela altura, final da década de 80 e começo da década de 90, mostravam os ganhos financeiros associados a medidas de redução na fonte dos impactos ambientais por meio da melhoria nos processos produtivos.  Em seu esforço de disseminação dessa nova abordagem, o PNUMA criou vários centros regionais de Produção Mais Limpa em várias regiões do globo, sempre em parcerias com instituições locais. No Brasil, foi criado o Centro Nacional de Tecnologias Limpas (CNTL) em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) do Rio Grande do Sul. Segundo o CNTL, a P+L é a aplicação contínua de uma estratégia econômica, ambiental e tecnológica integrada aos processos e produtos, a fim de aumentar a eficiência no uso de matérias-primas, água e energia, através da não-geração, minimização ou reciclagem de resíduos gerados em um processo produtivo. A relação entre P+L e Ecoeficiência é que a primeira é o “caminho” para se “chegar” à segunda, sendo que embora a definição de P+L aborde o desenvolvimento de produtos, seu foco amplamente o processo de fabricação dos produtos, pois quando o surgimento desse conceito ainda não se falava amplamente em considerar o ciclo de vida dos produtos.  A P+L teve grande importância tanto para o mundo empresarial como para o acadêmico, sendo que desde 1993 existe o Journal of Cleaner Production , um dos periódicos científicos da área mais conceituados atualmente.

  • Trabalhadores da indústria têxtil fazem novos apelos em Bangladesh

    Líderes dos trabalhadores da indústria têxtil em Bangladesh apresentaram novas demandas por melhores salários e condições de trabalho ao novo governo interino do país, liderado pelo ganhador do Prêmio Nobel da Paz Muhammad Yunus. A organização Sramik Samhati (Solidariedade dos Trabalhadores da Indústria Têxtil de Bangladesh) espera que o novo governo seja mais receptivo aos apelos dos trabalhadores da indústria, que é responsável por mais de 80% das exportações do país.   Fonte: Ecotextile News

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